Os líquidos são amorfos, ou seja, não possuem forma própria, adquirindo o formato do recipiente onde estão contidos. Por esse motivo sofrem apenas dilatação volumétrica.
Dilatação aparente – Na figura, você tem um tubo de vidro graduado, com um líquido em seu interior. Após a dilatação, o aumento observado na graduação da coluna líquida não corresponde ao aumento real, pois observe que o recipiente também se dilatou.
Assim, a dilatação marcada pela escala do tubo de vidro não corresponde à dilatação real e sim à aparente.
Dilatação real ou absoluta– Nela, leva-se em conta apenas a dilatação do líquido, sem considerar a dilatação do recipiente. Pode-se verificar que um mesmo líquido, em diferentes frascos, possui um só coeficiente de dilatação absoluta ou real, característico desse líquido. Porém, tem vários coeficientes de dilatação aparente, dependendo da natureza dos frascos que a encerram.
Dilatação do frasco – Lembre-se de que o frasco se comporta como se fosse maciço e constituido do mesmo material das paredes do recipiente. Assim, o coeficiente de dilatação que se deve usar é o coeficiente de dilação do material de que é feito o frasco.
Equações:
*Dilatação real do líquido: ΔVR=Vo.γlíquido.Δt
*Dilatação aparente (volume de líquido extravasado): ΔVap=Vo.γap.Δt
*Dilatação do frasco (recipiente): ΔVf=Vo.γfrasco.Δt
- Lilian V.

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